- Chaves para sua leitura;
- A Iniciação Cristã;
- A Catequese;
- A Liturgia, fonte de vida plena
- Rumo a uma renovada Pastoral Social;
- Piedade Popular;
- A família, ua boa notícia para a vida de nossos povos;
- CEBs e pequenas comunidades eclesiais;
- A Paróquia, missionária e solidária;
- A pastoral urbana;
- Os jovens ao encontro com Jesus Cristo;
- Os Leigos, discípulos e missionários.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
CNBB lança Série "Á luz de Aparecida"
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Marco Operacional do trabalho pedido pela UniSantos
Proporcionar aos paroquianos uma visão geral do DA e um maior desejo de aprofundá-lo e colocá-lo em prática na vida da paróquia
2. Conteúdo:
O DA será apresentado em um blog, usando os recursos que a Internet oferece. Serão colocados links e haverá espaço aberto para a colaboração dos visitantes.
3. Método:
O conteúdo será repassado através de um blog, no qual paroquianos serão convidados a fazer comentários
4. Recursos:
Disponho de um computador e algum tempo para atualizar o blog e responder a eventuais questionamentos por email ou por comentários no próprio blog.
5. Fluxo do trabalho:
O trabalho será feito, inicialmente, por mim mesmo. Posteriormente, dependendo da aceitação, poderão ser agregadas outras pessoas no projeto.
6. Avaliação:
Como estou também fazendo curso “Crear blog para comunicar”, dado pela www.es.catholic.net, e uma das tarefas é a criação de um blog, creio que poderei “matar dois coelhos com uma cajadada só”, pois eles irão avaliar se o blog está bem feito na parte técnica. Também espero ter a colaboração dos tutores, colegas de curso e de paroquianos amigos para avaliarem o conteúdo e depois vermos se está atingindo o objetivo de ajudar a tornar conhecido o DA e colocá-lo em prática, transformando a realidade paroquial.
Marco referencial do trabalho sobre o DA pedido pela UniSantos
1. Marco Histórico:
Principais carências:
- Muitas ruas não têm asfalto, falta saneamento básico na maior parte do município, há muitas crianças sem escola e creches.
- Também percebe-se a existência de muitas crianças desnutridas.
- Espera-se um inchaço populacional, com a chegada do pólo petroquímico
Causas:
- O poder público, durante muito tempo, foi ausente da cidade.
- Muitos políticos preocupam-se apenas com sua própria independência financeira.
- O povo acomodou-se ou é cúmplice, quando troca favores por votos.
Possibilidades de intervenção:
- A Igreja poderá intervir com a Pastoral da Criança, reforço escolar e pré-vestibular comunitário, incentivo á participação em associação de moradores.
- Penso que também podem ser oferecidas palestras na área da saúde em geral e, da mulher, em especial.
2. Marco Doutrinal:
“Estruturas ultrapassadas que já não favorecem a transmissão da fé".
Vemos, em nossa paróquia, algumas destas estruturas:
1. Tudo é centralizado no padre
2. Em muitos setores do território paroquial não há nenhuma presença da Igreja. A maior parte da vida paroquial acontece na matriz
3. As pastorais sociais ainda são assistencialistas.
4. Alguns movimentos não se renovam, inclusive nas coordenações, já de longa duração.
O DA propõe uma maior participação na coordenação das Paróquias. Uma das instâncias para isso é a criação do Conselho de Pastoral, que, embora juridicamente seja apenas consultivo, mas pode ter uma maior força decisória na vida paroquial, pois expressa a vida e o pensar dos paroquianos. Isto também ajudaria a descentralizar o “governo” paroquial e inclusive daria maior força ás propostas, visto que estas foram debatidas com a comunidade, através dos representantes que ela mesma elegeria para compor o conselho. O mesmo de diga e se faça com relação ao Conselho Econômico.
A fim de se fazer com que a presença da Igreja chegue a todos os recantos do território paroquial, torna-se urgente descentralizar as atividades da matriz, transferindo muita coisa para as comunidades já existentes e proporcionando o surgimento de novas comunidades. Isto pode ser feito aproveitando o recente recenseamento feito durante a semana da Missão Jovem (missão popular feita pelos jovens nas férias de janeiro de 2006). Uma das maneiras de se iniciar tais novas comunidades é através da visita da imagem de Nossa Senhora nas casas e também dos círculos bíblicos. Posteriormente se pensaria na construção de capelas. Também será muito útil nesta fase a melhor capacitação de ministros que ofereçam a celebração da Palavra aos domingos, com a possibilidade de se distribuir a Eucaristia, centro e ápice da vida da comunidade. Assim a paróquia se converterá, gradativamente, em uma rede de comunidades.
Com relação ao assistencialismo, que pode gerar dependência e acomodação, as pastorais sociais devem caminhar na direção da promoção humana, oferecendo aos seus assistidos a possibilidade de “caminhar com as próprias pernas”. Isto pode ser alcançado, para a maioria dos assistidos, com a capacitação profissional, através de cursos variados (teóricos e práticos), a começar pela alfabetização daqueles que ainda estão iletrados. Claro que é um passo exigente, que muitas vezes encontra resistência, mas é o caminho certo a seguir, a fim de promover a pessoa, resgatando-lhe sua dignidade.
Por último, quanto ás coordenações “enraizadas no cargo”, talvez seja preciso um “choque”, pois um grupo que não se renova, que não deixa entrar “sangue novo”, gangrena e apodrece. Seria necessário que o pároco, com o apoio e respaldo do Conselho paroquial, estabelecesse um limite máximo de tempo para cada coordenação, forçando a substituição de quem “criou raízes” no cargo.